Lubrificação - Um lubrificante vencido força mais e aumenta o desgaste dos pistões. Por isso, ficar atento quanto ao nível do óleo e à data da troca são quesitos básicos para deixar o seu motor mais "redondo".
Troca de óleo - A lubrificação consiste essencialmente em separar as superfícies de dois componentes em movimento relativo por meio de uma camada fina de óleo ou graxa, minimizando o atrito. Com o tempo essa camada diminui e o motor começa a trabalhar em alta temperatura. O prazo médio para efetuar a troca de óleo é a cada 5 000 quilômetros.
Qual a diferença entre o óleo sintético e o mineral? - Os óleos minerais são extraídos da natureza por meio da separação de componentes do petróleo. Os sintéticos são fabricados em usinas de química fina, que permitem a projeção de características específicas mais adequadas, como, por exemplo, a resistência à oxidação e envelhecimento do poder lubrificante.
Não é recomendado misturar minerais com sintéticos - Eles possuem diferentes poderes de solvência e isso pode gerar depósitos no motor, desgaste das superfícies, vazamentos, aumento da corrosão e entupimento no sistema de lubrificação. Por outro lado, existem os óleos chamados semi-sintéticos. Neste caso, estas misturas são feitas na fábrica de lubrificantes, com controle de qualidade adequado para o carro.
Cuidados na hora da troca - A utilização correta de um lubrificante depende da indicação do fabricante, apresentada no manual do proprietário. É imprescindível que o motorista respeite o tipo de óleo que deve ser colocado no motor, principalmente com relação ao grau de viscosidade do produto.
Troca do filtro de óleo - A função do filtro de óleo é reter todas as impurezas do lubrificante que está no motor. Por isso verifique-o sempre.
SISTEMA DE ARREFECIMENTO
Verifique semanalmente o nível da água no reservatório, com o carro frio. Se tiver que completar o nível utilize sempre água filtrada e aditivo, na proporção indicada no manual do proprietário.
Atenção ao abrir o reservatório com o motor ainda quente, pois a água estará em alta temperatura e sob pressão, podendo causar queimaduras.
Alguns fabricantes indicam que se faça uma limpeza total do sistema todo ano, numa oficina especializada.
FREIOS
Devemos verificar as pastilhas a cada 10 mil quilômetros e, quando for efetuar a troca, verificar se os discos estão na medida correta; em caso negativo, substituí-los também. Já os freios a tambor devem ter as lonas trocadas entre 25 mil e 40 mil quilômetros.
O fluido de freio deve ser completado sempre. Devemos utilizar o fluido da mesma marca e trocá-lo anualmente, devido a uma característica do fluido que se chama higroscópico, que faz com que absorva a umidade do ar, perdendo suas características.
Fonte: Carro OnLine